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Retomada da Campanha Vila Limpa

12 fevereiro 2015



Reuniao Amo Vila fev15

Instituto Verdescola, Amovila, ICC e Ecopav se reúnem para discutir a questão do lixo na Vila Sahy

Representantes do Instituto Verdescola, da Amovila (Associação de Moradores da Vila Sahy), do ICC (Instituto Conservação Costeira) e da Ecopav, estiveram reunidos na sede do Verdescola, na Costa Sul, para discutir a questão do lixo na Vila Sahy.

A presidente do Instituto, Maria Antonia Civita, preocupada com a questão que assolou o município nos últimos meses, se reuniu com representantes da Associação de Moradores da Vila Sahy para discutir problemas e soluções para a questão do lixo gerado pela comunidade local e, desta forma, evitar o descarte errado de resíduos sólidos. Outras questões de igual relevância também foram prontamente debatidas entre os presentes.

De acordo com Maria Antonia, as instituições se unem em favor da Vila Sahy, não só para a questão do lixo, como também pelas questões de segurança, melhorias entre outras questões pertinentes ao bairro. “Temos que unir forças”, disse. “Não podemos deixar tudo a cargo do Poder Público. É preciso que cada um de nós faça a parte que lhe compete como cidadão e morador”, acrescentou.

Segundo afirmou, no Verdescola as crianças e os jovens são constantemente conscientizados a respeito da responsabilidade ambiental. “Queremos este ano expandir a Campanha Vila Limpa junto com os moradores, pais e mães de alunos na qual abordaremos não apenas a questão do lixo, mas também da dengue, das drogas etc”, afirmou. “Vamos nos unir em prol da Vila Sahy”, frisou a presidente da instituição.

Ela informou, ainda, que a Ecopav tem sido uma grande parceira na questão ambiental e tem feito de tudo para ajudar o Município nesta área. Porém, sofreu uma perda com atos de vandalismo quando no ultimo mês teve uma lixeira (nova) instalada recentemente no bairro, queimada por vândalos.

De acordo com representante da Ecopav, a empresa disponibilizará dias e horários dos caminhões para a coleta do lixo e o Verdescola, junto com a Amovila, baterá de porta em porta para conscientizar e orientar os moradores como deverá ser feito o descarte. Para tanto, disponibilizará um pequeno trator para ingressar em áreas de difícil acesso o que ajudará neste processo de conscientização. A Prefeitura, por meio das Secretarias de Saúde e Educação, irá apoiar as ações necessárias.

Segundo representante da Amovila, a associação de moradores já disponibiliza, apesar da pouca verba, um funcionário que recolhe os lixos em locais de difícil acesso, entretanto, a população tem que fazer sua parte.

O ICC (Instituto Conservação Costeira), ONG que exerce a cogestão da APA Baleia Sahy, disponibiliza técnicos e passeios para crianças e jovens conhecerem a área de proteção ambiental e vivenciarem o que a natureza tem de melhor e o potencial de São Sebastião para a exploração do ecoturismo.

Segundo o engenheiro agrônomo André Motta, é preciso haver união de esforços para que problemas vivenciados pelo município sejam minimizados. “Isso só é possível se plantarmos a semente da consciência nas crianças e jovens”, mencionou.

A advogada do Instituto Verdescola, Fernanda Carbonelli, considera uma grande iniciativa a união entre Poder Público, associação de bairros e terceiro setor, e aproveitou a reunião para dar uma grande notícia à comunidade. Ou seja, que após a doação do terreno pela Administração, o instituto captou integralmente recursos por meio da Lei de Incentivo do Ministério dos Esportes e já assinou convênio com a Caixa Econômica Federal para iniciar a licitação e construção do ginásio poliesportivo da Vila Sahy a ser usado pela comunidade com incentivo à prática desportiva. “Desta forma retiramos, a cada dia mais, nossas crianças e jovens do ócio e das drogas”, declarou. “Foram três anos de luta e o Verdescola, hoje, pode dar esta boa notícia”, finalizou Fernanda.

Fonte: http://www.saosebastiao.sp.gov.br



II Leilão Beneficente de Arte Contemporânea em prol do Instituto Verdescola

1 dezembro 2014



Convite Leilao2014-blog

Mais 40 obras de artistas, entre eles Vik Muniz e Tomei Ohtake, e galerias renomados foram leiloadas

Em 27 de novembro, a Galeria Nara Roesler, em São Paulo, recebeu o II Leilão Beneficente de Arte Contemporânea. Com mais de 40 obras de renomados artistas, dentre eles Vik Muniz, Carlito Carvalhosa, Cícero Dias e Tomie Ohtake, os recursos arrecadados foram revertidos ao Instituto Verdescola, presidido por Maria Antonia Civita e que atende cerca de 700 crianças, jovens e adultos na Vila do Sahy, litoral de São Paulo.

O evento foi organizado por Geyze Diniz, conselheira do Instituto Verdescola e do Instituto Península. As obras foram doadas pelos próprios criadores e renomadas galerias do país.

O valor arrecadado em 2013 permitiu ao Instituto finalizar a construção da nova sede na Vila Sahy – a organização deixou a estrutura de seis imóveis alugados para uma sede de 3.000m2s de área construída com 36 salas.

Todos os parceiros colaboraram com a causa. Artistas e as galerias abriram mão de suas porcentagens, assim como o renomado leiloeiro Aloísio Cravo, que mais uma vez aceitou participar do evento.

O Instituto Verdescola mais uma vez agradece a doação das obras pelos artistas e galerias, que possibilitou que o II Leilão Beneficente de Arte Contemporânea fosse um absoluto sucesso.



Mapa – Como chegar na Nova Sede do Verdescola no Sahy

25 março 2014



Mapa



Verdescola uma das 3 ONGs contempladas no Edital do Carlyle

16 maio 2013





O Lucro agora é outro (Revista Exame edição 1041 Ano 47, nº9, 15/05/2013)

O Carlyle, segundo maior fundo de private equity do mundo, escolhe o Brasil para testar de maneira inédita o investimento em ONGs, seguindo a mesma lógica dos negócios.

 

Ao contrário do que é realidade para a maioria dos mortais, investir quantias astronômicas de dinheiro representa uma tarefa corriqueira para os executivos do Carlyle. O fundo americano, segundo maior de private equity do mundo, investe 157 bilhões de dólares em mais de 200 companhias em aproximadamente 20 países. Ele está acostumado a comprá-las, melhorá-las e vendê-las com lucro alguns anos depois. Agora a operação brasileira do fundo se prepara para iniciar uma modalidade de investimento inédita até então – seguir o mesmo roteiro para investir em ONGs de educação, de acordo com a lógica de seus investimentos em empresas. Tudo começou no final de 2012, quando o equatoriano Juan Carlos Felix, diretor do Carlyle no país, convenceu o chefe Bill Conway, cofundador da empresa, a criar o primeiro Instituto Carlyle no mundo. “Decidi que poderíamos aplicar nossos recursos e rede de contatos em algo diferente”, diz Felix.

No início de maio, depois de um longo processo de seleção, que contou com mais de 200 ONGs, o instituto definiu o nome das três eleitas, que deverão receber cerca de 500 000 dólares por ano ao longo dos próximos cinco anos – o curso pré-vestibular para jovens de baixa renda CasDVest, em São José dos Campos, no interior, a Verdescola, que atua na Vila Sahy em São Sebastião, no litoral paulista, e o Centro Educacional Assistencial Profissionalizante, localizado na cidade de São Paulo. Segundo especialistas, a quantia doada está muito acima da média. “As empresas costumam doar no máximo 200 000 reais a cada ONG”, diz Vera Masagão, presidente da Associação Brasileira das ONGs.

O prazo de cinco anos pelo qual cada uma receberá os aportes não foi definido aleatoriamente. O instituto nasceu com a ideia de levar o modus operandi dos fundos de private equity para o terceiro setor, e esse é o período que o Carlyle costuma ficar numa empresa depois que adquire uma participação. Segundo essa lógica, o relacionamento do instituto com as ONGs não se limitará ao repasse do dinheiro. No mundo dos negócios, os fundos cortam despesas, redefinem a estratégia e estabelecem metas de crescimento nas empresas nas quais investem para multiplicar seu valor de mercado. O Carlyle quer tornar as ONGS mais eficientes para que, depois de cinco anos, elas beneficiem um número maior de pessoas e saibam captar recursos para garantir sua sobrevivência.

Para ajudá-lo a arrecadar as cifras que prometeu investir, o Carlyle atraiu parceiros como o Bank of America Merill Lynch, banco de investimento que passará o chapéu entre seus clientes. Já parceiros como a consultoria McKinsey, o escritório de advocacia Mattos Filho e a auditoria Ernest &Young Terco ajudarão o fundo a promover o choque de gestão.

No caso da Verdescola, ONG que oferece atividades educacionais a 450 crianças de famílias de baixa renda fora do horário escolar, a parceria permitirá, por exemplo, treinar e contratar profissionais – além de elaborar um plano estratégico e de indicadores de desempenho. “Esse apoio é uma grande inovação e será fundamental para darmos um salto de qualidade no nosso atendimento, possibilitando também a ampliação de nosso raio de atuação”, diz Maria Antonia Civita, fundadora e presidente do conselho consultivo da Verdescola. O plano do Carlyle é ter no portfólio do instituto cerca de dez ONGs. À medida que cada uma delas se tornar independente, com metas atingidas, e autossuficientes na captação de recursos, os representantes do Carlyle deverão incorporar uma segunda leva de organizações.

“A iniciativa vai mudar o status das ONGs de educação no país”, diz João Fernando Vassão, diretor da agência Red Lion, do grupo de publicidade Publicis, que também ajudará as ONGS. É consenso que falta profissionalização no terceiro setor do país. E ainda não são muitas as iniciativas com escopo semelhante ao do Instituto Carlyle. Uma delas é o Instituto C&A, braço social de um dos maiores varejistas de roupas do mundo, que investiu 6 milhões de reais de 2007 a 2012 parta que 84 organizações brasileira melhorassem sua gestão. Assim como o Carlyle, o Instituto C&A também deixa as ONGS quando se tornam capazes de seguir o próprio caminho. Para Felix, do Carlyle, a concorrência é bem-vinda. “No mundo dos negócios, o que nos move é a competição”, diz. “No instituo, porém, quanto mais gente se juntar a nós, melhor”.

Leia matéria na íntegra.




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